Daniely Silva

Poesia: Vila Romana

Retrato em plano fechado de moça sorridente Daniely Silva -
Tempo de leitura: 0 minutos. Poesia #cidade #fotografia

Começa pela Trajano
Tito, Faustolo e outras mais
Onde estive caminhando

Por lá, já procurei a paz
Nas ruas que inspiram idéia
Essa que é a Vila Romana
Onda está o Sesc Pompéia e
Cacilda Becker em diante
Muita construção decana

Vem saudade de rompante
das tardes na Estação Ciência
― esquecida em displicência
Tendal da Lapa resiste
E na Faustolo há de tudo
Até escola de Esperanto

E o metrô já tá chegando!
Mas um charme ainda persiste
Nesse bairro que aqui saúdo

Escrito aos 24 de março de 2026.

Pessoa atravessa a faixa de pedestres na rua molhada. Casario antigo e colorido na esquina oposta.

Visão noturna ampla. Luzes de postes em formato de estrela, construção de tijolos e prédios. O céu se ilumina com as luzes urbanas.

Alto contraste. Ambiente escuro e Sol no céu alaranjado de fim de tarde.

Costrução amarela clara e carros estacionados no interior do terreno. Dois terços de céu matinal com rastro de aeronave.

Construção antiga com o neon desligado que indica União Fraterna Bailes.

Casario antigo na esquina de uma ruela.

Visão oblíqua de casario antigo à direita e ladeira descendente à direita.

Rua com ladeira em direção a feira. Prédios ao fundo e árvores ao redor.

Ipê branco carregado de flores em frente a edifício amarelo.

Edifício de esquina de três andares em cor clara.

Rua com flores de ipê branco caídas o chão as lado de carro estacionado.

Homem empurra carrinho em ambiente monocromático fechado sob vigas.

Construção verde atrás de relva desfocada. Placa indica Associação Paulista de Esperanto.

Penumbra matinal entre construções de tijolo à vista.

Passarelas de concreto se cruzam.

Escada caracol vermelha vista de baixo para cima.